Configuração de impressão papel offset: Como fazer?

Configuração de impressão papel offset: Como fazer?

Configuração de impressão papel offset

Você sabe como fazer a configuração de impressão papel offset?

Neste artigo, a Calcme – sistema para gráficas offset – te ajuda a entender mais detalhes sobre o processo de configuração e as etapas importantes de um projeto offset.

Portanto, continue lendo para saber mais!

Como fazer a configuração de impressão papel offset?

A impressão em papel offset exige configurações específicas para garantir qualidade e eficiência no processo.

Mas, você sabe como fazer?

Por ser um papel mais poroso e com alta capacidade de absorção de tinta, é essencial ajustar o software de design, o arquivo, a impressora e os processos de acabamento de forma precisa. 

A seguir, veja como configurar cada etapa:

Configure o software

O primeiro passo é ajustar o software de design ou edição gráfica para atender às características do papel offset. 

Afinal, de nada adianta querer fazer um tipo de impressão, se o sistema estiver preparado para outro.

Certifique-se de definir o perfil de cor para CMYK, já que as impressoras offset utilizam esse padrão. 

Além disso, adicione margens de segurança e configure a sangria para evitar cortes errados.

Para garantir uma boa qualidade visual, a resolução deve ser ajustada para pelo menos 300 DPI, ideal para impressões nítidas e bem definidas.

Imagens de internet, com DPI de 72, geralmente terão uma qualidade inferior.

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Ajuste no arquivo

Antes de enviar o arquivo para impressão, é necessário revisá-lo cuidadosamente

Portanto, verifique se todas as imagens estão convertidas para CMYK e com a resolução correta, da forma que você configurou anteriormente.

Além disso, insira marcas de corte e registros para facilitar o alinhamento no processo de impressão. 

A gramatura do papel e o tipo de acabamento devem ser considerados, ajustando o design para que o resultado final atenda às expectativas.

Configure a impressora

Na etapa de configuração da impressora, selecione o tipo de papel correto no menu de configurações. 

Para impressoras digitais, ajuste a gramatura e o tipo de papel como “offset” ou similar. 

Em máquinas offset tradicionais, configure as chapas e a densidade de tinta de acordo com o design e a absorção do papel. 

No entanto, antes mesmo de começar a impressão, realize testes preliminares para verificar o alinhamento e evitar desperdícios.

Até mesmo a prova de cor deve ser feita nessa etapa. Se possível, convide o seu cliente para visitar a gráfica para examinar a qualidade da impressão de teste.

Secagem

A secagem é um ponto crítico na impressão com papel offset, especialmente devido à sua alta absorção de tinta. 

É comum que esse tipo de papel demande um tempo maior para secar completamente, principalmente em impressoras offset tradicionais. 

Portanto, para reduzir problemas como manchas, mantenha um bom controle de ventilação.

E, se necessário, utilize produtos como verniz à base de água para acelerar o processo.

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Corte e acabamento

Por fim, a etapa final traz o corte e o acabamento, quando necessário.

Revise o arquivo para garantir que as marcas de corte estejam corretamente posicionadas e calibradas. 

Utilize guilhotinas bem ajustadas para evitar desalinhamentos ou cortes imprecisos. 

Dependendo do tipo de produto final, como folhetos ou livros, finalize com dobra, laminação ou outros acabamentos que atendam às necessidades do projeto e aquilo que foi alinhado com o seu cliente.

Para deixar esses processos mais ágeis e com alta performance, conte com o Calcme – sistema para gráficas offset. Faça um teste grátis e ganhe tempo para focar em estratégias para o seu negócio.

Principais erros ao configurar impressão em papel offset 

Mesmo com experiência no setor gráfico, erros de configuração de impressão papel offset ainda são comuns e podem comprometer tanto a qualidade da impressão quanto o tempo de produção. 

Conhecer esses deslizes e corrigi-los é essencial para garantir um fluxo de trabalho mais eficiente.

Confira os erros mais frequentes:

  • Trabalhar com imagens em baixa resolução: Arquivos com 72 DPI podem parecer bons na tela, mas resultam em impressões borradas ou pixeladas. O ideal é sempre 300 DPI.
  • Esquecer de converter para CMYK: A impressão offset utiliza esse padrão de cor, e manter o arquivo em RGB pode gerar distorções graves nas cores.
  • Não aplicar sangrias e marcas de corte: Esses elementos garantem cortes precisos e evitam bordas indesejadas.
  • Ignorar a gramatura do papel na configuração: Um design feito para 90 g/m² pode não funcionar visualmente em um papel de 240 g/m², por exemplo.
  • Não testar o alinhamento antes da tiragem: Sem a prova de impressão, erros passam despercebidos e geram retrabalho.

Na prática, evitar esses erros significa padronizar os processos e manter o controle das etapas

Ferramentas como a Calcme ajudam a conectar cada detalhe do orçamento, produção e configuração das máquinas gráficas offset, tudo em um só lugar.

Checklist antes de enviar o arquivo para impressão offset

Para garantir uma impressão sem surpresas, é essencial revisar todos os detalhes técnicos do arquivo. Um checklist simples pode fazer toda a diferença na qualidade final.

Confira os itens indispensáveis:

  1. O arquivo está em PDF/X e com resolução mínima de 300 DPI?
  2. Todas as imagens foram convertidas para CMYK?
  3. As fontes estão incorporadas ou vetorizadas corretamente?
  4. As sangrias estão aplicadas (entre 3 e 5 mm)?
  5. As marcas de corte estão visíveis e bem posicionadas?
  6. As margens de segurança foram respeitadas no layout?
  7. A gramatura do papel foi considerada no design?
  8. A prova de cor foi conferida e aprovada com o cliente?

Esse checklist pode (e deve) ser padronizado dentro da rotina da gráfica offset. Com um sistema como a Calcme, essas validações podem ser documentadas e associadas ao pedido, evitando falhas operacionais e facilitando a comunicação entre setores.

Como o tipo de tinta influencia na impressão em papel offset

Escolher as tintas para impressão offset certas é tão importante quanto ajustar o arquivo e o equipamento. 

O papel offset, por ser mais poroso, interage de forma diferente com cada tipo de tinta, e essa escolha impacta diretamente no tempo de secagem, acabamento e fidelidade da cor.

Veja as principais opções e seus efeitos:

  • Tinta base óleo: Amplamente usada, possui secagem mais lenta e exige bom controle de ventilação. Ideal para cores vivas e trabalhos detalhados.
  • Tinta base água (a base de pigmento): Boa absorção e menor risco de manchas. Mais sustentável e com secagem ligeiramente mais rápida.
  • Tinta UV: Cura instantânea por luz ultravioleta. Ideal para trabalhos urgentes e substratos especiais, mas requer equipamento específico.

Além da tinta, é importante ajustar a densidade e o volume aplicado para evitar sobrecarga de umidade no papel. 

Assim, é possível obter um resultado ainda melhor na sua produção.

Foto de Nyllson Oliveira

Escrito por

Nyllson Oliveira

Especialista em gestão de gráficas, com formação em Análise e Desenvolvimento de Sistemas. Atua há anos no desenvolvimento de soluções para otimizar a gestão e o crescimento de pequenas e médias gráficas.

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